quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A Cruz, símbolo e sinal do amor de Cristo por nós

: A Cruz, símbolo e sinal do amor de Cristo por nós
Era professor de natação. Certa noite, não conseguia dormir. Eu morava perto do
ginásio e como eu tinha a chave do ginásio para lá me dirigi. Fui até a piscina para nadar. Não
acendi a luz porque conhecia bem o lugar. Lá do céu, numa noite até agradável a lua cheia
brilhava através do teto de vidro iluminando o recinto.
Subi a escadinha do trampolim. Fiquei fazendo exercício de respiração. Fui até a ponta.
Abri meus braços. Fechei os olhos. Assim fiquei por uns tempos. Quando abri os olhos, reparei
que meu corpo fazia uma grande sombra na parede em frente. Com os braços abertos, a
silhueta de meu corpo formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei parado contemplando aquela imagem... Nesse momento pensei
na cruz de Jesus e em seu significado.
Relembrei minha vida. Eu era cristão, e quando criança aprendi que Jesus tinha morrido
na cruz para nos salvar. Mas tudo isso já havia passado. Agora se colocava só como uma
lembrança antiga embora boa.
Não sei por quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos
em forma de cruz. Pensando. Pensando.
Eu não mergulhei na piscina, como fazia sempre. Afastei-me do trampolim, desci a
escadinha. Ia embaixo mergulhar na água. Movi minha perna direita para tocar na superfície da
água para quebrar um pouco o frio da água. Não consegui... Desci mais.
Também não. Só então percebi que haviam esvaziado a piscina naquela tarde. E eu nem havia
percebido!
Tremi todo e senti um calafrio percorrer toda a minha espinha. Meu coração começou a
disparar em meu peito.
Se tivesse saltado naquela noite, teria sido meu último salto.
Voltei para casa ainda impressionado. A imagem da cruz que minha figura compôs à luz
do luar, havia salvado minha vida.
Fiquei muito agradecido a Deus, que por me amar permitiu que eu continuasse vivo.
Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas meu espírito também
precisava ser salvo. Eu que há tanto tempo estava afastado de Deus.
Aquela noite foi o início de um retomo para a vida religiosa.
Monsenhor Paulo Daher

A amizade: sinal de vida em mim, no outro, em nós

Amizade: sinal de vida em mim, no outro, em nós...
Durante a guerra da Vietnã, uma granada explodira perto de um orfanato e muitas
crianças ficaram feridas. Dentre elas, uma menina de aproximadamente nove anos fora levada
às pressas ao hospital, pois perdera muito sangue e sofrera traumatismos. Foram feitos testes
em toda a equipe médica americana, mas o tipo sanguíneo de ninguém era compatível com o
da garota. Os médicos, tentando de toda forma salvar a menina, chamaram toda a população
local, contaram o ocorrido entre gestos e palavras, a fim de conseguir um doador. Depois de
um momento de silêncio, viu-se um braço levantar-se. Era um garoto de aproximadamente 12
anos. Os médicos o levaram às pressas para o hospital, terminaram os preparativos e iniciaram
a transfusão.
O garoto sentiu a agulha silenciosamente, mas, passado algum tempo, deixou escapar
um soluço e tapou o rosto com a mão. O médico perguntou se estava doendo e ele apenas
balançou a cabeça demonstrando que não. Os soluços aumentaram e o médico, preocupado,
chamou uma enfermeira vietnamita para tentar saber o que acontecia com o garoto. Após
algumas palavras e carinhos, a enfermeira voltou sorrindo e disse ao médico que ele estava
com medo.
- Medo de quê? – perguntou o médico.
- Medo de morrer. Ele não havia entendido o que estava acontecendo. Pensou que seu
sangue passaria todo para a menina e que ele morreria.
- Então, por que ele se ofereceu para a transfusão?
- Eu lhe perguntei a mesma coisa. Ele me olhou com um brilho diferente e disse:
- Porque ela é minha amiga.
MIRANDA, Paula. Mundo Jovem. Julho/2002, p. 21

domingo, 12 de novembro de 2017

A Tigela de Madeira


Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. –“Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho. –“Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, ás vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair no chão.
O menino de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: -“O que você está fazendo?”
O menino respondeu docemente: - “Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer.” O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou toalha da mesa sujava...

Reflexão
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor. Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem. Aprendi que “saber ganhar” a vida não é a mesma coisa que “saber viver”.
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Aprendi que a vida não é só receber, é também dar. Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que quando decido algo com o coração aberto, geralmente acerto. Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para os outros. Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender. Aprendi que você deveria passar esta mensagem para todos os seus amigos, às vezes eles precisam de algo para iluminar seu dia. As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca se esquecerão como você as tratou.
Autor Desconhecido
http://www.miniweb.com.br/cantinho/infantil/38/Estorias_miniweb/tigela_madeira.htm

A tartaruga

Quando menino eu era impaciente, arreliado e áspero no tratamento com as outras pessoas.
Quando desejava alguma coisa, ao invés de solicitar com educação, azucrinava os ouvidos alheios até que, para se livrarem de mim, davam-me o que pretendia. Assim, transformara-me em uma criança pouco simpática.
Eu percebia que aquilo aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, está claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passaram a tratar-me de igual maneira.
Cresci um pouco e de certa feita me apercebi de que a situação era desconfortável e me preocupei sem, entretanto, saber como me modificar.
O aprendizado me foi dado em um domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo.
Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me para a margem do riacho que coleava entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente pretendi que ela devia sair e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado. Foi quando meu pai se aproximou de mim.
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Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente:
— Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho.
Acompanhei-o e ele se deteve perto na fogueira que havia acendido com gravetos do bosque. E me disse:
— Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável.
Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga pôs a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em direção a mim. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:
— Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas procure nunca empregar a força.
O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade.
Autor Desconhecido

COLOCAÇÃO PRONOMINAL

É a parte da gramática que trata da correta colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase.
Embora na linguagem falada a colocação dos pronomes não seja rigorosamente seguida, algumas normas devem ser observadas, sobretudo, na linguagem escrita.

Dicas:
Existe uma ordem de prioridade na colocação pronominal: 1º tente fazer próclise, depois mesóclise e em último caso, ênclise.
Os pronomes oblíquos átonos me, te, se, o, a, lhe, os, as, lhes, nos e vos, como todos os outros monossílabos átonos, apoiam-se na tonicidade de alguma palavra próxima. Assim, esses pronomes podem ocupar três posições distintas na frase:

Antes do verbo – PRÓCLISE (dizemos que o pronome está proclítico)
“Não me abandone, não me carregue para o buraco”
No meio do verbo – MESÓCLISE (dizemos que o pronome está mesoclítico)
“Meu nome, dir-lhes-ei a seu tempo”
Após o verbo – ÊNCLISE (dizemos que o pronome está enclítico)
“Suporta-se com paciência a dor do próximo”.
Apresentamos, a seguir, algumas orientações acerca da colocação pronominal.

Próclise

A próclise ocorre geralmente em orações em que antes do verbo haja:
Palavra de sentido negativo (não, nada. Nunca, ninguém etc.):
Nunca me convidam para as festas.
Quando te encarei de frente a frente não vi o meu rosto.
Assim se resolvem os problemas
Caso haja pausa depois do advérbio (marcada na escrita por vírgula), ocorrerá a ênclise.
Assim, resolvam-se os problemas.
Tudo se acaba na vida
Pronome relativo:
Não encontrei o caminho que me indicaram.
Com verbo no gerúndio precedido de preposição em:
Em se tratando de previsões, qualquer afirmação otimista será arriscada.
Com verbo no infinitivo pessoal (flexionado ou não) precedido de preposição:
Vocês serão castigados por me faltarem ao respeito.
Ocorre também a próclise nas orações iniciadas por palavras interrogativas e exclamativas e nas orações optativas (orações que exprimem um desejo):
Quem te disse que ele não viria? (oração iniciada por palavra interrogativa)
Quando me custa dizer a verdade! (oração iniciada por palavra exclamativa)
Deus te proteja. (oração optativa)

Mesóclise

A mesóclise só poderá ocorrer com verbos no futuro do presente ou no futuro do pretérito, desde que não haja algum fator de próclise.
Convidar-me-ão para a festividade de estréia da nova série televisiva.
Convidar-te-ia para viajar comigo, caso fosse possível.
Caso o verbo no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo venha precedido por pronome pessoal reto, ou de alguma palavra que exija a próclise, está será de rigor.
Eles me convidarão para a festividade de estreia da nova série televisiva.
Não me convidarão para a festividade de estreia da nova série televisiva.
Sempre te convidaria para viajar comigo, caso fosse possível.
Eu te convidaria para viajar comigo, caso fosse possível.

Colocação dos pronomes oblíquos átonos nas locuções verbais

Com locuções em que o verbo principal ocorre no infinitivo ou no gerúndio:
a) Se a locução verbal não vier precedida de um fator de próclise, o pronome átono poderá ficar depois do verbo auxiliar ou depois do verbo principal:
Devo-lhe cantar uma música
Devo cantar-lhe uma música
Estava-lhe dizendo a verdade
Estava dizendo-lhe a verdade
b) Havendo fator de próclise, o pronome átono ficará antes do verbo auxiliar ou depois do principal:
Não lhe devo dizer a verdade.
Não devo dizer-lhe a verdade.
Não lhe estava dizendo a verdade.
Não estava dizendo-lhe a verdade.
Com locuções em que o verbo principal ocorre no particípio:
a) Se não houver fator de próclise, o pronome átono ficará depois do verbo auxiliar:
Havia-lhe dito a verdade.
b) Se houver fator de próclise, o pronome átono deverá ficar antes do verbo auxiliar:
Não lhe havia dito a verdade

Ênclise

De acordo com a gramática normativa, a posição adequada dos pronomes átonos é depois do verbo, desde que não haja condições para a próclise ou para a mesóclise.
Assim sendo, a ênclise é obrigatória:
a) Com o verbo no inicio do período, desde que não esteja no futuro do indicativo:
Comenta-se que ele recebeu o prêmio.
Lembram-me pormenores daquela noite sem graça.
b) Com verbo no imperativo afirmativo:
Alunos, apresentem-se já ao diretor.
Amigos, digam-me somente a verdade.
c) Com o verbo no gerúndio, desde que não esteja precedido da preposição em:
Modificou a frase, tornando-a ambígua.
Puseram-na de castigo para depois poder beijá-la, consolando-a.
d) Com o verbo no infinitivo pessoal regido por preposição a:
Leia atentamente as questões antes de resolvê-las.
Aspirava com ânsia, como se aquele ambiente tépido não bastasse a saciá-lo.
e) Em orações interrogativas iniciadas por palavras interrogativas, com verbo no infinitivo impessoal:
Por que maltratar-me agora?

Como convencer-te do meu apreço?

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Exercise present perfect tense with adverbs

 present perfect tense

                  expressions of time

    for     since   ever    already  recently   just    yet   still
 
1 Have you finished doing your homework?
2 I have known Martha  about   two  months.
3 You’ve missed  Nazan! She was here  a few minutes ago.
4 Mum:You must make your bed before you go out  Martin.
  Martin:I’ve made it.I made it in the morning.
5 Has you father eaten raw fish?
6 I am   having lunch.I will call you later.
7 We haven't learnt passive voice.
8 I haveseen your brother.You may catch him if you run.
9 She hasn't eaten anythingten hours.
10 We have known each other a long time.
11 Has your father tried  para-gliding?
12 This is the first time I have tried Mexican food. 
13 I have had breakfast.Thanks anyway.
14 I have been there many times.Lets go somewhere different.

15 Have you seen any good films?


Present Perfect and Adverbs

O Present Perfect é usado para:
1. Referir-se a ações que ocorrerram num tempo indefinido no PASSADO (Não confunda o nome com o tempo, o tempo chama-se Present Perfect, mas expressa uma ação ocorrida no passado):
Someone has left the door open. (Alguém deixou a porta aberta.)
She has cut herself. (Ela se cortou.)
You have forgotten to call me. (Você esqueceu de me ligar.)

I have found a wallet on the street. (Encontrei uma carteira na rua.)
The researcher has sent the information to the newspaper.
(O pesquisador mandou as informações para o jornal.)
She has fallen down the stairs. (Ela caiu das escadas.)
They have studied French. (Eles estudaram Francês.)
2. O Present Perfect é usado com os seguintes advérbios:
a) just - para indicar que as ações que ocorreram num passado bem recente:
We have just known each other. (Acabamos de nos conhecer.)
I have just seen your sister. (Acabei de ver sua irmã.)
They have just arrived from Belfast. (Eles acabaram de chegar de Belfast.)

b) already (já)
 - para indicar que a ação já ocorreu. É usado apenas em frases afirmativas e interrogativas e é posicionado sempre antes do verbo principal:
She has already arrived home. (Ela já chegou em casa.)
They have already gone to the birthday's party. (Eles já foram para a festa de aniversário.)
I have already seen this movie. (Eu já vi este filme.)
Have you already read this book? (Você já leu este livro?)

c) yet (já; ainda)
 - Usado em frases interrogativas significa já, e em frases negativas é usado com sentido de ainda. Posiciona-se sempre no final da frase, nas orações negativas ele é empregado para dizer que a ação ainda não ocorreu:
We have not decided our topic yet. (Ainda não decidimos o nosso tópico.)
Have you talked to your teacher yet? (Você já falou com a sua professora?)
She has not came from lunch yet. (Ela ainda não voltou do almoço.)

d) never (nunca) 
- é usado para indicar que algo não aconteceu:
He has never forgotten you. (Ele nunca esqueceu você.)
They have never been here. (Eles nunca estiveram aqui.)
I have never seen this movie. (Eu nunca vi este filme.)

e) ever (já; alguma vez)
 - é usado para saber se aquela ação já aconteceu alguma vez. Geralmente é usado em perguntas:
Have you ever travelled abroad? (Você já viajou para o exterior?)
Has she ever been in Salvador? (Ela já esteve em Salvador alguma vez?)
Have you ever flown Air France? (Você já viajou com a empresa Air France?)

* Ever também é usado com o superlativo para indicar que algo é o maior, o melhor, o mais interessante que alguém já viu, leu, fez, trabalhou, etc.:
He is the busiest man I have ever known. (Ele é o homem mais ocupado que já conheci.)

f) lately (ultimamente) e recently (recentemente)
 - esses advérbios são posicionados no final da oração:
Have you visited your relatives in North Carolina lately?
(Você tem visitado seus parentes na Carolina do Norte ultimamente?)
I haven't gone to the movies lately. (Não tenho ido ao cinema ultimamente.)
Have they come here recently? (Eles vieram aqui recentemente?)
She has moved recently. (Ela se mudou recentemente.)

3. Expressar ações que começaram no passado e se prolongam até o presente. Nestes casos, é muito comum aparecer since e for:
I have been here since 8 o'clock a.m. (Estou aqui desde as oito da manhã.)
They have lived here since 1998. (Eles moram aqui desde 1998.)
We have lived here for 12 years. (Moramos aqui há doze anos.)
She has worked here for 5 years. (Ela trabalha aqui há cinco anos.)
Many things have changed since last summer. (Muitas coisas mudaram desde o verão passado.)

NÃO CONFUNDA
Present Perfect x Simple Past
O Simple Past refere-se apenas a ações passadas que acabaram em um tempo definido no passado:
I went to the park last weekend. (Simple Past)

O Present Perfect pode expressar ações passadas que acabaram em um tempo não definido no passado ou ações que ainda não terminaram:
I have worked hard. (Present Perfect)
They have been here since midday. (Present Perfect)

Tipos de discursos/ Discurso Poético

Tipos de Discursos Discurso  é a prática humana de construir textos, sejam eles escritos ou orais. Sendo assim, todo discurso é uma pr...